Gestão de risco: compliance para pequenos acessos e grandes desvios

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23 de junho de 2016

Gestão de risco: compliance para pequenos acessos e grandes desvios

A Lei Anticorrupção posicionou o país firmemente no combate a práticas ilícitas, ao estabelecer a responsabilidade jurídica, administrativa e civil das empresas que se envolvam nestes atos.  Vimos no post sobre redução de riscos, que é possível criar mecanismos preventivos nas empresas. Apesar do esforço em difundir a gestão de risco no meio empresarial, as atividades contínuas de detecção e prevenção de ameaças, como desvios e fraudes, ainda não estão em primeiro lugar.

Além de serviços de apurações de fraudes ou suspeitas, auditorias, canal de ética e programas de transparência ‒ utilizados para identificar possíveis falhas de gestão ‒ a D&F concentra seus serviços de consultoria no compliance, que é estendido a diversas etapas e atividades empresariais. Sabe-se que, por conceito, compliance significa estar em conformidade com leis e regulamentos externos e internos. Ou seja, o compliance é a base de gestão de risco.

Para desenvolver o compliance, é preciso, primeiramente, investir na conscientização da equipe interna. Isso pode ser feito por meio de treinamentos, que visam elevar a cultura empresarial a um patamar ético e responsável. Como são feitos esses treinamentos?  A metodologia D&F inclui conteúdos didáticos e inteligíveis, com exemplos de fácil assimilação e ações interativas adaptadas à cultura da empresa, além de palestras e workshops.

Aplicação do compliance para gestão de risco

Compliance de contratos: os contratos constituem o instrumento pelo qual as empresas exploram e desenvolvem sua atividade econômica. Assim, documentos mal elaborados podem gerar perdas, falhas e, inclusive, ausência de transparência na contratação de fornecedores. Cada contrato celebrado pela empresa tem riscos ético, social e legal embutidos. As empresas que buscam a gestão de risco devem implementar práticas de ética empresarial para inserir em seus contratos cláusulas que respeitem a política anticorrupção e que não gerem aberturas para fraudes.
Compliance in loco: a grande vantagem de contar com um peça neutra na implementação de compliance para gestão de risco é poder avaliar com imparcialidade a cadeia de fornecedores da empresa. No compliance in loco, são efetuadas avaliações de conformidade nas instalações indiretas da empresa (fornecedores, parceiros, subcontratados), para identificar e avaliar práticas contrárias às políticas e aos preceitos estabelecidos pela organização. Empresas que têm sua cadeia de fornecedores mapeada, com avaliação periódica e com qualificação dessas relações, podem minimizar os riscos e reagir aos contratempos e às práticas não adequadas de um modo mais incisivo e menos danoso.
Conheça as linhas estratégicas de atuação da D&F. Compartilhe suas experiências com gestão de risco nos comentários.

 

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